Sublimíssimo amor, apraz-me pensar em como -mesmo quando tudo parece tão confuso entre o que achamos que devemos fazer e o que deve, verdadeiramente, ser posto em prática – os sentimentos são como roupas velhas que não conseguimos deixar de usar mesmo quando rasgam. Debaixo dessas pequenas nuances - pequenos vitrais quebrados que vamos colando vagarosamente - penso que somos duas almas antigas se vislumbrando enquanto apreciam o caminho das mãos até a xícara de café sobre a mesa.
Constato que, tudo que não significa nada para você, também não me parece fazer sentido algum. As pessoas nos veem como tresvariados por tentarmos nos salvar do que elas chamam de verdade absoluta, e isso me deixa extremamente tranqüilo; é como diz um trecho de música “Aerials, so up high, when you lose small mind you free your life”.
Ambicionar um amor sensato é insanidade? Pois que então sejamos insanos, pois eu jamais admitiria viver algo fora deste aparato. O mais curioso dentro dessas divagações é: pela primeira vez na vida, eu quero rumar a mesma direção que alguém sem abdicar do que faz parte de mim. Não há necessidade e nem mesmo sentido em fazê-lo – não ao seu lado. Existem tantas coisas que se tornam ilógicas em nossa “coinexistência”, e o melhor de tudo é: todas elas são totalmente insensatas e, justamente por isso, jamais iriam conseguir manter a congruência em nenhum contexto que envolvesse este “nós” que está se substancializando aos poucos. Existem milhares de palavras passíveis de uso para tentar lhe impressionar romanticamente, mas isso é muito cansativo e considero uma total perca de tempo. Eu já lhe disse milhares de vezes sobre o quanto você foi, tem sido e espero muito que continue sendo ideal para mim, e, na verdade, estou escrevendo isto agora somente porque realmente preciso organizar meus pensamentos a seu respeito. As entrelinhas imploram para serem mantidas nesta obtusa escuridão, mas estou obstinado em desvelar a respeito. Sublimíssima, você tem sido um grande enlevo em minha vida, e eu sou veemente grato por isso. Ao som de Andromeda Liberatta (Vivaldi), penso que jamais poderia ser diferente disto – eu e você. Não imagino casal mais vetusto e, certamente, soturno, que ao longo do percurso (romanticamente tétrico, diga-se de passagem), torna-se indelével. Eu só queria dizer o quanto amar você tem me sido uma grande e aprazível aventura, cheia de descobertas a cada dia sobre este meu desalumiado coração desacreditado, quase de forma totalitária, das flamas do fascínio - que somente o verdadeiro amor pode imputar. Vejo-nos como um templo sagrado, nossos corpos como instrumentos e nossas sutilezas como o primor mais pitoresco da própria essência do que guardamos conosco em prol do sentimento tresloucado que nutrimos, de modo equânime, um pelo outro. Saiba que, dentro de todos os afetos que já compartilhei na vida, jamais deparei-me com algo tão sublime e consentâneo. Leve em consideração: já lhe disse todas estas coisas em uma diversificação incomputável de modos, mas estou verdadeiramente irremediável em minha própria paixão, e até nestes momentos creio que a coerência deva se fazer presente, por isso estou a escrever... Como já sabe, é assim que melhor consigo fazer-me entender, então peço que se aclimate com este modo de contato, visto minha total devoção por palavras. Visualizo-me em seus braços, permeando o mais profundo de sua mente até chegar em sua alma e penso que conseguiremos ser o suficiente. Conseguiremos sim suprir o que desejamos um do outro, e não será de modo usual - não para o resto que muitos dizem ser "o mundo" (isto seria desgraçadamente tedioso) - mas sim colossalmente fora do esquadro social. Meu lúgubre e fulgente encanto, - proprietária dos luzeiros mais intensos, portadora de um requinte inegável em relação às suas predileções pessoais em todas as esferas - nós seremos o bastante – e você não tem o menor laivo do quanto isso é imprescindivelmente intrínseco ao nosso amor.
Por todas as estrelas que remanescem em fulgor, prometo manter-me incansável em prol deste enlace eterno, afinal, este é o mínimo que se espera de um homem apaixonado.
Constato que, tudo que não significa nada para você, também não me parece fazer sentido algum. As pessoas nos veem como tresvariados por tentarmos nos salvar do que elas chamam de verdade absoluta, e isso me deixa extremamente tranqüilo; é como diz um trecho de música “Aerials, so up high, when you lose small mind you free your life”.Ambicionar um amor sensato é insanidade? Pois que então sejamos insanos, pois eu jamais admitiria viver algo fora deste aparato. O mais curioso dentro dessas divagações é: pela primeira vez na vida, eu quero rumar a mesma direção que alguém sem abdicar do que faz parte de mim. Não há necessidade e nem mesmo sentido em fazê-lo – não ao seu lado. Existem tantas coisas que se tornam ilógicas em nossa “coinexistência”, e o melhor de tudo é: todas elas são totalmente insensatas e, justamente por isso, jamais iriam conseguir manter a congruência em nenhum contexto que envolvesse este “nós” que está se substancializando aos poucos. Existem milhares de palavras passíveis de uso para tentar lhe impressionar romanticamente, mas isso é muito cansativo e considero uma total perca de tempo. Eu já lhe disse milhares de vezes sobre o quanto você foi, tem sido e espero muito que continue sendo ideal para mim, e, na verdade, estou escrevendo isto agora somente porque realmente preciso organizar meus pensamentos a seu respeito. As entrelinhas imploram para serem mantidas nesta obtusa escuridão, mas estou obstinado em desvelar a respeito. Sublimíssima, você tem sido um grande enlevo em minha vida, e eu sou veemente grato por isso. Ao som de Andromeda Liberatta (Vivaldi), penso que jamais poderia ser diferente disto – eu e você. Não imagino casal mais vetusto e, certamente, soturno, que ao longo do percurso (romanticamente tétrico, diga-se de passagem), torna-se indelével. Eu só queria dizer o quanto amar você tem me sido uma grande e aprazível aventura, cheia de descobertas a cada dia sobre este meu desalumiado coração desacreditado, quase de forma totalitária, das flamas do fascínio - que somente o verdadeiro amor pode imputar. Vejo-nos como um templo sagrado, nossos corpos como instrumentos e nossas sutilezas como o primor mais pitoresco da própria essência do que guardamos conosco em prol do sentimento tresloucado que nutrimos, de modo equânime, um pelo outro. Saiba que, dentro de todos os afetos que já compartilhei na vida, jamais deparei-me com algo tão sublime e consentâneo. Leve em consideração: já lhe disse todas estas coisas em uma diversificação incomputável de modos, mas estou verdadeiramente irremediável em minha própria paixão, e até nestes momentos creio que a coerência deva se fazer presente, por isso estou a escrever... Como já sabe, é assim que melhor consigo fazer-me entender, então peço que se aclimate com este modo de contato, visto minha total devoção por palavras. Visualizo-me em seus braços, permeando o mais profundo de sua mente até chegar em sua alma e penso que conseguiremos ser o suficiente. Conseguiremos sim suprir o que desejamos um do outro, e não será de modo usual - não para o resto que muitos dizem ser "o mundo" (isto seria desgraçadamente tedioso) - mas sim colossalmente fora do esquadro social. Meu lúgubre e fulgente encanto, - proprietária dos luzeiros mais intensos, portadora de um requinte inegável em relação às suas predileções pessoais em todas as esferas - nós seremos o bastante – e você não tem o menor laivo do quanto isso é imprescindivelmente intrínseco ao nosso amor.
Por todas as estrelas que remanescem em fulgor, prometo manter-me incansável em prol deste enlace eterno, afinal, este é o mínimo que se espera de um homem apaixonado.
Sinceramente, seu grande amor.
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