Num caderno antigo digressiono a respeito do quanto o mundo me parece uma complexa e despótica matiz. No mesmo, algumas coisas se determinam através de muito engaje enquanto outras simplesmente chegam sem muita explicação, se apropriam de você e então não se tornam mais uma questão opcional. Não obstante, as entrelinhas deste postulado - que adquiri através de alguns papéis valorados monetariamente, de forma parva e aleatória, por seres estultos - são preenchidas com grande e intrínseca diligência em saber a respeito de como fizemos para termo-nos perdido de nós mesmos enquanto bebíamos do cálice rico em autoconhecimento que a Morte nos servira - e serve continuamente - de maneira elegante e sutil. A pequena e idílica forma com a qual os detalhes se apossam de cada letra, formando códigos quiméricos, perpetram-me a associar tudo à uma interação entre prótons e nêutrons numa esfera eletromagnética. Num amontoado de equívocos, Na soturnidade da qual sou possante há muito. No ...